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      Introdução

      Antiga cidade imperial, está na origem do nome do país e é o ex-líbris de Marrocos no estrangeiro. Esta cidade medieval é despertada há mais de 800 anos pelo canto do muezzin, entoado do cimo da Koutoubia, o símbolo espiritual de Marrakech. Pela sua rica história e monumentos, Marrakech é também o principal centro turístico do país. Tem sido apelidada a “cidade vermelha” devido aos tons acastanhados dos seus edifícios. Visitar Marrakech é entrar noutro mundo, num universo em que os aromas, as cores e os sons das mil e uma noites dominam o ambiente.
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      Quando ir

      De uma maneira geral, os Verões são quentes e os Invernos brandos. A melhor estação do ano para visitar Marrakech é a Primavera. O Outono pode ser uma alternativa, mas mais imprevisível no tocante à pluviosidade. Desaconselha-se a época de Verão pelas elevadas temperaturas.
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      Como ir

      Por via aérea: A Royal Air Maroc voa de Lisboa para Casablanca, de onde partem saem numerosos voos domésticos para as principais cidades marroquinas.

      Por via marítima: Efectuam-se várias ligações diárias de ferry-boats a partir de Espanha, dos portos de Tarifa, Algeciras e Gibraltar.

      Por via terrestre: Poderá levar o seu carro até Marrocos, utilizando os ferry-boats acima citados.
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      Como se deslocar

      Carro: A rede de estradas pode ser considerada razoável. Existem auto-estradas nos percursos Casablanca-Rabat-Arzila (45km a Sul de Tânger), Rabat-Meknes-Fes e Casablanca-Settat. As estradas nacionais entre os principais centros urbanos têm condições de piso aceitáveis. A sinalização rodoviária aparece geralmente em árabe e francês. Chama-se especial atenção para a elevada sinistralidade das estradas marroquinas. O desrespeito das regras de segurança rodoviária por condutores e peões, o trânsito intenso e o parque automóvel envelhecido recomendam a maior prudência durante a condução. As viagens durante a noite devem ser evitadas. Recomenda-se especial precaução com a condução nas estradas de montanha e nas pistas não sinalizadas do Sul de Marrocos.

      Autocarro: Poderá utilizar os transportes públicos nas deslocações entre as cidades, embora os autocarros interurbanos sejam de fraco conforto.

      Táxis: Só nas principais cidades é que existe o petit taxi com taxímetro. Pode também optar pelo grand táxi, um tipo de táxi colectivo que faz ligações interurbanas. Os preços são um pouco mais elevados que nos autocarros e deverão ser regateados antes de se encetar o percurso. Este meio de transporte poderá receber mais passageiros que se dirijam para o mesmo destino.

      Comboio: A rede ferroviária é boa entre os principais centros urbanos. Os comboios são geralmente confortáveis nestes percursos, especialmente em 1ª classe.
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      Informações Úteis

      Documentos Necessários: Os cidadãos portugueses estão isentos de visto para estadias de turismo até 90 dias.
      Diferença Horária: Relativamente a Portugal é 1 hora mais cedo no Verão e a mesma hora no Inverno.
      Corrente Eléctrica: 220 V nos edifícios modernos; 110 V nos mais antigos.
      Moeda: Dirham, dividido em 100 cêntimos. 1 Euro equivale aproximadamente a 10 Dirhams.
      Língua: A língua oficial é o árabe. Falam-se também dialectos berberes, francês, espanhol (no Norte) e inglês.
      Cartões de Crédito: Aceites nos grandes hotéis, lojas e restaurantes, bem como em agências de viagem e estações de serviço.
      Horário dos Bancos: Funcionam de Segunda a Quinta-feira das 8h30 às 16h30, com intervalo das 11h30 às 14h30. Às Sextas-feiras funcionam das 8h30 às 11h15 e das 14h45 às 16h30. Alguns abrem ao Sábado das 9h30 às 12h00. Pode efectuar levantamentos em máquinas idênticas ao Multibanco. A rede ATM tem uma boa cobertura nas principais cidades marroquinas.

      Conselhos Práticos: É de evitar a ingestão de alimentos crus e não lavados, tal como de frutos secos em avulso. Deve consumir água engarrafada.

      Segurança: Recomenda-se o depósito de objectos de valor e documentos no cofre da recepção do hotel. É aconselhável que as visitas a Medinas e mercados tradicionais (Fez, Marraquexe, Meknés) sejam feitas na companhia de um guia oficial, cujos serviços podem ser solicitados, facilmente, junto das delegações de Turismo Marroquino ou nos principais hotéis.

      Embaixada de Marrocos em Lisboa:
      Rua Alto do Duque, 21 – Restelo
      Telefone: 21 3020842
      Site: http://www.emb-marrocos.pt/

      Turismo de Marrocos em Lisboa:
      Rua Artilharia Um, 79 / 85
      Telefone: 21 3885871
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      Locais de interesse

      Palácio da Bahia: Construído, entre 1894 e 1900, para residência do Vizir Ibn Moussa. Considerado obra-prima da arte Marroquina pelos seus soberbos mosaicos, estuques e esculturas em cedro, deve o seu nome a uma das mulheres do Vizir. Para além de vários pátios e jardins interiores (riades), inclui uma mesquita, áreas de residência das suas mulheres e concubinas e salas de recepção, abrangendo uma área total de 8 hectares. [ url ]

      Museu Dar Si Said: [ url ]

      Túmulos Saadinos: Foram selados por Moulay Ismail depois de ter mandado destruir o Palácio El Badii. Permaneceram esquecidos, até que em 1917 foram redescobertos, sendo actualmente dos monumentos mais visitados da cidade. [ url ]

      La Koutobia: É a imponente mesquita do século XII. [ url ]

      Praça Jemaa El Fna: A praça central da cidade, que desperta, ao entardecer, com a animação de dançarinos, músicos, acrobatas e encantadores de serpentes. [ url ]

      A Medina: Património da UNESCO desde 1985, a Medina, povoada pelo irresistível frenesi das suas gentes e dos mil ofícios, é o melhor cartão de visita de Marraquexe. Aqui, a vida e o comércio correm a céu aberto, com o sol a entrar timidamente por entre as frestas das esteiras de palha que cobrem algumas ruas e ruelas, emprestando ao cenário uma certa aura de mistério. [ url ]

      Palácio El Badii: [ url ]
      Fonte Chrob: [ url ]
      Muralhas: [ url ]
      Os Souks (Mercados): [ url ]
      O Palmeiral: [ url ]
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      Restaurantes

      A gastronomia marroquina baseia-se essencialmente no couscous, cozinhado com carne de borrego ou vaca, nas tajines, um guisado em pote de barro de carne ou de peixe (no litoral) e em espetadas de carne (brochettes). Há excelentes sopas, como a harira, um caldo de tomate e coentros ligeiramente picante.

      Le Pavillon – 47, Derb Zaouia (oposto à Mesquita Bab Doukkala)
      Restaurante el Bahia (especialidades marroquinas) – 1, Rue Riad Zitoun el Djedid -Bahia Palace
      Restaurante Dar Mounia (especialidades marroquinas e também danças tradicionais e música) – Rue Khalifa Otmane / Bd El Yarmouk Hivernage
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      By night

      Muitos cafés e bares estão abertos até tarde, mas entre os habitantes locais a noite é sobretudo do domínio masculino. No que respeita a clubes e discotecas, estão geralmente associados aos grandes hotéis. Para espectáculos de folclore e dança pode consultar a portaria do seu hotel ou qualquer agente de viagens.

      Marrakesh:
      >> Discoteca Paradise:
      Hotel Pullman Mansour Edhabi – Av. de France
      Telefone: 044/44-82-22

      >> Discoteca New Feeling:
      Palmeraie Golf Palace – Jardins de la Palmeraie
      Telefone: 044/30-10-10

      >> Cotton Club:
      Hotel Tropicana – Triangle d'Or
      Telefone: 044/44-74-50
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      O Melhor em "3 Dias"

      1º Dia – Explore a cidade de Marrakech, rodeada por um extenso palmeiral, que tem o cognome “Pérola do Sul”. Conheça os seus imponentes monumentos como a Koutoubia, o Palácio da Bahia, os Túmulos Saadinos e a Praça Jemaa el Fna. Nos arredores poderá optar por passear pelos jardins de Menara, pelos jardins exóticos da Majorelle [ url ] ou pelo palmeiral. Outra curiosidade é o bairro dos tanoeiros [ url ].

      2º Dia – Visite Essaouira [ url ] a cerca de 180 quilómetros de Marrakech. É a antiga Mogador que os portugueses invadiram no século XVI. Povoação amuralhada da costa atlântica, a sua minúscula medina encerra um conjunto de pequenos edifícios caiados de um branco imaculado, pontuado aqui e ali pelo azul-marinho das portadas das janelas. Ruas estreitas e angulosas procuram proteger os moradores dos fortes e constantes ventos alísios vindos do Atlântico.

      3º Dia – Partindo de Marrakech em direcção a Ouarzazate tome a rota que atravessa a cadeia montanhosa do Alto Atlas com passagem por Tizi N’Tichka, a uma altitude de 2660m, o ponto mais alto do Norte de África. Continuação até ao kasbah Aït Benhaddou, classificado património mundial pela UNESCO. Visita de Ouarzazate, vila situada às portas do deserto e regresso a Marrakech.
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